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Janeiro 2018/ À mesa com Jesus

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Nos Evangelhos, por vários momentos, percebemos Jesus à mesa. Parece que este era o ambiente preferido do Mestre para ensinar e estar entre discípulos e amigos. Sal, fermento, mostarda, trigo, frutos e sementes eram temas usados com frequência em suas mensagens. Nas discussões com os fariseus usava exemplos relacionados com o alimento.
 

E nós? Assim com o Mestre, usamos a mesa para nos alimentar, tomar grandes decisões, fazer reuniões e celebrar comunhão. Na mesa, celebramos Natal, almoços em família e assinamos atas.  Ao celebrarmos a Santa Ceia, lembramos o dia em que Jesus falou de sua morte e ressureição. Lembremos: Ele estava à mesa.
 

Desejamos que Jesus esteja à sua mesa em 2018. Que o seu doce falar e agir contagie-nos todos os dias. Que, ao partir o pão com sua família e amigos, o Mestre seja reconhecido em sua vida.
 

Um só coração em Cristo! Pr. Pedro e Pra. Denise
 

Mensagem às células
 

“Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei e cearei com ele, e ele comigo”. Apocalipse 3.20. 

 

Como bem enfatizou o mestre C. S. Lewis, “Deus nunca quis que o homem fosse uma criatura meramente espiritual. É por isto que ele usa coisas materiais como pão e vinho para infundir-nos vida. Podemos achar que isso é um tanto grosseiro e não espiritual. Mas Deus não pensa assim: ele inventou o comer. Gosta da matéria. Ele a inventou”.

Diante disso, o Templo das Nações, por meio da mesa, deseja neste mês apontar para a natureza de Deus Pai e para Jesus Deus conosco, o Verbo que habitou entre nós, a revelação visível do Deus invisível. É Deus quem nos convida para uma refeição, à sua casa. E isso começa em nossa mesa, quando Ele também está.
 

1ª semana - A mesa da celebração – (Marcos 2.14-19) Jesus tem grande prazer em servir e em participar de banquetes com seus filhos. Com Ele à mesa, não jejuamos de amor, conforto e motivação. Com Ele à mesa, celebramos um reino que ainda não vimos com olhos carnais. A presença de Jesus nas sublimes horas do alimento marcam as festas cristãs. No casamento, em Caná, Jesus estava à mesa e, portanto, a alegria (vinho) não faltou (João 2.1-10). Na mesa da Santa Ceia (1 Co 11.23-26), Paulo lembra de como Jesus partiu o pão para explicar a maneira com que a Igreja celebraria sua morte e ressurreição. Toda família cristão deve reverenciar Jesus à mesa. Muitas pessoas escolhem o momento das refeições para resolver conflitos, aconselhar, tratar negócios, fazer planejamento, além de ser alimentar. Que tal, perceber a presença constante do Mestre e convidá-lo a fazer parte desses momentos? Jesus está à mesa! Celebremos.
 

2ª semana - A mesa da reconciliação e do perdão (Lucas 15.11-24). Um pai prepara o banquete quando o filho volta para casa. Nada melhor do que uma festa, com amigos e familiares à volta da mesa, para marcar uma reconciliação. Um abraço, um presente e uma palavra são fundamentais, porém, o perdão e a reconciliação são oficializados em um banquete, onde se reparte o pão com quem se quer bem. Em Lucas 5.29-32, Levi prepara um banquete para Jesus, onde ele aproveita para estar entre os pecadores. Questionado pelos fariseus, ele lembra sua missão: curar os doentes e levar pecadores ao arrependimento. No banquete na casa de Simão, o fariseu, (Lucas 7.36-46) Jesus declara mais uma vez sua missão de amor e perdão. O ato de comer, em algumas ocasiões, serviu como que uma senha de reconhecimento de Jesus. Foi assim com os discípulos no caminho de Emaús (Lucas 24.1332). Foi o ato de comer que lhes abriu os olhos para a presença de Jesus. E foi também o ato de comer que abriu os olhos do primeiro casal para o pecado.
 

3ª A mesa da comunhão – “Tendes alguma coisa que comer”? (Lucas 24.41-43). Aqui falamos de unidade e hospitalidade. Os discípulos estavam tão maravilhados que custaram a acreditar que era Jesus quem estava de volta entre eles. Jesus desfaz todo o clima de tensão ao perguntar o teriam para janta. Conhecedores das preferências do Mestre, imediatamente colocaram o peixe na brasa e ele comeu com eles. A comunhão da mesa é sagrada para Jesus. Com outro peixe assado, ele restaura a comunhão com Pedro (João 25. 15-17) e frequentemente estava à mesa com Lázaro, Marta e Maria (João 12.1-3), onde os perfumes do alimento e da santificação se misturavam.  Ao trocar seu direito de primogenitura por um prato de lentilha, Esaú quebra sua comunhão e propósito com Israel (Gênesis 25.34). Na mesa, nem sempre o alimento é o mais importante. Tampouco o luxo e os preparativos. A grande importância da mesa é o propósito da comunhão, a vontade de estar junto e de cultivar o amor, a amizade e a harmonia entre as pessoas.
 

4ª semana A mesa do compartilhar – Jesus tinha prazer em compartilhar a mesa, tinha compaixão de quem não tinha alimento e ainda ensinava a evitar o desperdício. Ele nunca negou alimento para quem o suplicava e condena esse ato com ênfase (Mateus 25.35-46). No sermão do monte, Jesus usa com propriedade as palavras ‘sede’ e ‘fome’ para falar em senso de justiça, caráter e solidariedade (Mateus 5.6). Jesus pede que não nos preocupemos com o que vamos comer ou beber antes de confiarmos tudo a ele (Mateus 6.25). Em sua última refeição com os discípulos, mais uma vez nos deparamos com um Jesus tão humano quanto divino: “Chegada a hora, pôs-se Jesus à mesa e, com ele, os apóstolos...” (Lucas 22.14-15; Mateus 15.20). O convite de Jesus é este: Ele está à porta e deseja cear conosco. A participação dos cristãos neste banquete é garantida pela graça. Somos apenas os convidados. Contemple Jesus à mesa.

 

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