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Março/2016 - Minha família no altar

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1ª semana – Família, constante construção (Sl 127.1). Nesta semana, entregaremos ao Senhor a construção e edificação do nosso lar. Colocaremos nossa casa nas mãos do grande construtor. Muitas famílias, embora frequentem uma igreja, esquecem-se de colocar o lar diante do Senhor. Orar pela família é essencial, mas outros fundamentos precisam de atenção. Notemos ainda que família é, além do relacionamento conjugal, amizade entre irmãos, comunhão com pessoas que moram na mesma casa e o corpo de Cristo, nossa família na fé. Além disso, uma família inclui crianças, jovens, adolescentes e adultos. Cada um deve e pode fazer a sua parte para ter a família no altar. Atitudes que podem conduzir nossa família ao altar:
 
a) Gentileza – (Pv 15.1). Muitos divórcios, brigas entre irmãos na fé e desavenças familiares começam com uma atitude violenta. Notemos que a maioria dessas atitudes não é física. Palavras grosseiras, falta de atenção, descuido no trato e na aparência e até mesmo do lar, são sintomas de falta de gentileza. Ex: Observemos a maneira como atendemos nossos familiares ao telefone e como atendemos outras pessoas. Há diferença?
b) Zelo – (Fp 2.3). Quando zelamos por nosso familiar, construímos um lar edificado no valor mútuo. Ter consideração pelo o que é importante para o outro nos fará ganhar mais atenção. Isso pode ser praticado com algo que ele sonha a realizar, com um bem que ele considera importante ou com um objetivo profissional. Não despreze algo só porque não é importante pra você.
c) Respeito – (1 Pe 2.17). A falta de respeito pode ser o grande agente de desmoronamento de um lar. É certo que a desonra, a exposição alheia e a desobediência aos pais, trarão consequências negativas para uma vida toda. Discussões violentas e gritos uns com os outros, são sintomas de que o desrespeito já entrou pelas frestas da casa.
 
2ª semana – Há! Se não for o Senhor! (Sl 127). Está fazendo a sua parte? Teve uma semana de gentileza, zelo e respeito? Muito bom! Mesmo assim, não existe a possibilidade de construir um lar sem a presença de Deus. Presença de Deus significa muito mais do que a sua onipresença. É viver a cada segundo consciente de que Ele faz parte de todas as nossas atitudes e que nada passa despercebido aos seus olhos. Está na hora de agradar mais ao Senhor.
 
a) Alegre o construtor (Ne 8.3).  A Bíblia nos ensina que nos tornamos mais fortes quando alegramos a Deus. É como um filho que é recompensado quando faz algo que o pai se alegra.  Não apenas obedeça a Deus. Agrade-o.  Seja mais compassivo, gentil e amoroso com a sua família. Trate os outros com amor. Faça como se fosse para o próprio Deus.
b) Pratique a Palavra (Tg 1.22). Ao longo dos anos e a cada culto, o Templo das Nações ensina a igreja os preceitos da Palavra de Deus. São conselhos e advertências que darão bons frutos se forem praticados. Mesmo assim, nem todos os que ouvem permanecem na presença do Grande Construtor. Isso acontece porque não há cuidado entre o tempo de ouvir e o tempo de praticar. Seja um bom ouvinte, mas jamais se contente apenas com a teoria.
c) Cuidem uns dos outros (Ec 4.4). Na unidade somos mais fortes. Precisamos uns dos outros. Por isso, viver entre familiares, amigos e irmãos em Cristo é saudável e alegra a alma. Se estiver alguém triste perto de você, procure um jeito de alegrá-lo. Exercite a compreensão. Sintomas de maus humor, reclamações, entre outros, são sinais de que o nosso discípulo, amigo ou familiar precisam de apoio ou de escuta. Sejamos sensíveis neste sentido. Quando alguém não corresponde a nossa afeição, simplesmente recuamos no carinho e perdemos a alegria da companhia. O cônjuge, o filho ou outra pessoa estão difíceis hoje? Ofereça o ombro e simplesmente fique por perto.
 
3ª semana – Vigie (Salmo 127.1-2). Trabalhe na construção do seu lar, edifique- O sobre os fundamentos da Palavra e não se esqueça de que Deus tem que ser, não apenas uma testemunha, mas a pessoa mais viva e atuante no seu lar. Embora, seja Ele é o Grande Vigia, não deixe de vigiar também. Famílias vivem em desavenças, carentes de recursos, desmoralizadas perante a sociedade e doentes espiritual e emocionalmente por falta de vigilância. Assim:
 
a) Cuide das pequenas áreas de erosão (1 Ts 5.21). Esteja atento a tudo. Julgue situações, descarte ervas daninhas e resolva os problemas assim que eles apareçam. Não procrastine a resolução de nenhum tipo de dilema, porém, peça sabedoria para resolvê-los. Às vezes, sofremos anos por problemas que não eram tão grandes assim.
b) Converse e seja bom ouvinte (Tg  1.19 ). Uma boa conversa pode curar. Estar atento às necessidades da família exige trabalho e um destes é a prontidão em ouvir. Se não pararmos para ouvir o filho adolescente ou o discípulo, alguém vai fazê-lo e talvez essa pessoa seja usada por satanás para destruir tudo o que você semeou. Não permita que o principal ouvinte do seu cônjuge seja alguém que não o ama como você ama! Descarte a possiblidade de influências erosivas na construção do seu lar.
c) Seja fiel em tudo (1 Tm 3.7 ).  Guarde confidências. Não exponha sua família. Aconselhe no temor do Senhor e não na própria justiça e pré-conceitos.  Ajude-o a multiplicar bens e talentos. Invista em suas aptidões. Jamais minta, persuada ou engane os de fora, tampouco os da casa. Seja exemplo de fé e integridade. Que tenhamos bom testemunho diante dos homens para honrarmos nossa casa e a Deus. De tudo prestaremos conta.
 
4ª semana – Minha família no altar (Sl 128). Por mais feliz que pareça um lar, não há nenhum ser humano na face da terra que não precise de Jesus. Não negligencie a evangelização de seus familiares. Embora pareça mais fácil ganhar os de fora, nossos familiares precisam conhecer o Deus que nós servimos e que entregou seu Filho por nós. Sendo assim:
 
a) Em tempo e fora de tempo, fale de Jesus (2 Tm 4.2). Insista até que a palavra de salvação chegue aos corações dos seus familiares.  Fale de Jesus com paixão e entusiasmo e jamais com lições de moral puramente humanas. Ministre em suas necessidades por meio do aconselhamento cristão. Assim, eles conhecerão sua fonte de saber e crescimento. Exorte em amor e na Palavra.
b) Alegremo-nos em ir à casa do Senhor (Sl 122.1). Fale para seus familiares sobre a alegria de congregar em uma igreja. Conte das celebrações, da comunhão e do amor que recebe no Corpo de Cristo. Compartilhe com eles o quanto você é feliz pelo cuidado que recebe na célula e na igreja. Nosso testemunho a respeito da casa do Senhor vai fazer com que as pessoas desejem congregar e, assim, receber o amor e a salvação em Cristo. 
c) Assim será abençoado o homem que teme ao Senhor (Sl 128). Imaginemos a alegria de nos reunirmos com nossos familiares para falar a respeito de Deus e da profundidade da Sua Palavra. Um lar sem violência física e moral. Sem ofensas e brigas inúteis. Um lar onde as pessoas podem discordar em alguns pontos, mas decidem pelo que é melhor para o todo. Um lar onde divórcios e rompimentos definitivos jamais seja opção. Podemos construir um lar assim. Um lar no altar de Deus, em casa, na igreja e em todos os lugares. Olhe pra trás e reflita se vale a pena ter discutido tanto? As velhas desavenças parecem tão pequenas hoje, assim como as de hoje serão insignificantes um dia se forem colocadas diante de Deus. Como sempre, a escolha está em nossas mãos. Nossa família no altar de Deus? É claro que é possível!
 
 
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