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Fevereiro 2016/ Ide e fazei discípulos

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1ª semana - Fazei discípulos (Mt 28.19). – Discípulo é aquela pessoa que aprende aos pés do mestre. Pregar a Palavra de Deus para alguém é evangelizar. Discipular é acompanhar, ser modelo, ter prazer em ensinar e cuidar de perto. O vínculo do líder e do discípulo deve ser o Reino de Deus (Mt 6.33) e a principal referência é o Senhor Jesus. Se já entregamos a nossa vida a Cristo, temos que obedecer ao IDE e levarmos outras pessoas ao desenvolvimento espiritual. Diante disso:
 
a)Qual é a diferença entre evangelizar (Mt 24.14; Mc 16.15; At 1.8; At 20.24) e fazer discípulos (Jo 10.16; Jo 13.35)?
b)Você entende que discipular é uma grande responsabilidade que lhe direciona a ler mais a Bíblia e orar com frequência? (1 Tm 4.15-16)
c) A missão de discipular alguém compete apenas ao líder de célula (Mt 5.14-16)
d) Compartilhe na célula sua experiência em fazer discípulos. 
 
2ª semana - A fonte é Jesus (Jo 6.35). Gerar um discípulo é levar uma pessoa a beber direto da fonte, Cristo, até que ela aprenda depender d'Ele. Sempre que se reunir com o novo discípulo priorize momentos de leitura da Bíblia, louvor e oração. Não vivam apenas de reuniões sociais, nas quais as orações são isentas ou “saideiras”, para cumprir protocolos. Fazer discípulo é direcionar alguém para um propósito eterno. Não se esqueça disso.
 
a) Em tempos de Rede Social, aproveite para enviar pequenas mensagens de apoio, ensino ou consolo.
b) Tenha um tempo de ensino e admoestação pela Palavra com o novo discípulo, além da reunião da célula (At 2.42). Cuide e se interesse pelas questões do discípulo.
c) Leve-o a uma transformação de caráter, ao arrependimento e o direcione ao crescimento espiritual (2 Tm 2.2).
d) Oferte sua amizade, tempo e apoio ao discípulo. Ensine com sabedoria e mansidão. Incentive o seu discípulo a participar dos cursos de crescimento da igreja (Ef 4.11-13).
 
3ª semana – Ultrapassar limites gera contenda e separação (At 15.39a). Fazer um discípulo não é mandar, tampouco ser senhor do seu irmão. Fazer discípulos é levar as pessoas à intimidade com Deus. Lembre-se de que os discípulos são de Cristo. Não vamos nos deter em pontos negativos, porém, fazer discípulos exige cuidado com os limites. Neste caso, vale destacar que:
 
a) Discipular é mentorear cuidando para não dirigir a vida do outro.  Busque ser exemplo de sabedoria e vida com Deus (Pv 13.20) .
b) Discipular não é constranger o discípulo a escolher os amigos conforme a direção do líder ou se reunir socialmente toda hora, tampouco interferir em relacionamentos sem ser solicitado ou forçar a comunhão (Am 3.3). Ele vai seguir o líder por amor e com boa vontade.
c) Discipular não é tornar-se refém dos discípulos a ponto de não ter tempo para outras pessoas ou atividades. Se o objetivo de vocês é compartilhar as verdades do Reino em amor e amizade, isto deve ser feito de forma organizada, sem imposições e constrangimentos (Fp 2.2).
d) Cuidado com as más conversações (1 Co 15.33). Elas podem comprometer o verdadeiro objetivo do discipulado que é glorificar a Cristo por meio da vida do irmão. Discipulador, não se esqueça de que você representa o Senhor na vida de alguém. Vigie!
 
4ª semana – Como a igreja primitiva (At. 2.42-47). Sabemos que a igreja primitiva vivia em outros tempos e contexto social. Mas isso não nos impede de dar atenção ao que a Bíblia quer nos mostrar sobre comunhão, evangelismo, adoração, ensino e serviço. A palavra chave do versículo 42 é dedicação. Fazer discípulos e gerar filhos espirituais requer tempo, amor, sinceridade e paciência. É um investimento a longo prazo. É importante que você veja a pessoa que acabou de chegar à igreja com olhos de fé para encorajá-lo e levá-lo ao pleno conhecimento de Cristo.  Agora vamos falar sobre algumas posturas que devem ser adotadas para fazermos discípulos conforme a vontade de Deus:
a) Na igreja: O culto não é momento de colocarmos assuntos em dia com os discípulos. Este é o momento de recebermos com carinho os visitantes, mas principalmente de adorarmos ao Senhor com reverência e atenção à Palavra. Sempre que possível devemos participar de Encontros, Escolas, Congressos com amor e sem murmuração. O discípulo vai seguir o nosso exemplo (Lc 6.40). Se não for importante pra você, não será pra ele.
b) Antes da célula: É importante que nos preparemos com oração e estudo da palavra da semana para não passarmos a impressão de improviso aos discípulos. Os participantes da célula também devem se preparar para a reunião e manter contato uns com os outros. 
c) Na célula: É importante guardar um tempo para a comunhão, mas a prioridade da célula é a oração e a ministração da palavra. Mesmo que não seja um culto, a célula também tem como objetivo glorificar a Cristo, portanto, vigiemos todo o tipo de excesso para não comprometer o discipulado. É na célula que vamos conhecer melhor os nossos irmãos em Cristo e onde estreitamos os relacionamentos. Esse compromisso compete a todo o grupo.
d) Pós-célula: Gerar filhos espirituais e dar frutos é compromisso constante (Jo 15.8). Desde a consolidação nos tornamos responsáveis espiritualmente por uma alma. O que diferencia a Igreja de um grupo social é o interesse em ajudar o outro a crescer em Cristo. Ore por seus discípulos, seja bom ouvinte e conselheiro e acima de tudo o ame em Cristo. Da mesma forma, o discípulo está aliançado nesse compromisso. Para finalizar, deseje ser cheio da presença de Jesus e do Espírito Santo. É isso que atrai as pessoas para a igreja. Para saber se você está realmente gerando discípulos para Cristo, analise os frutos.
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