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Janeiro/2016 - Uma igreja pronta para cumprir o chamado

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«Antes de formá-lo no ventre eu o escolhi; antes de você nascer, eu o separei e o designei profeta às nações». Jr 1.5
 
 
1ª semana – A consciência do chamado (Jr 1.4-10; 1 Sm 3. 1-11). Entregar a vida a Jesus compreende uma vida de serviço em prol do Reino. Cristo conta com a Igreja na evangelização das nações, para a transformação de uma sociedade corrompida, na ajuda aos necessitados e na disseminação do amor ao próximo. Neste sentido:
    a) Temos consciência do chamado? 
    b) Será que somos salvos apenas para sermos livres da condenação eterna?  
    c) A vida com Deus compreende apenas a satisfação de necessidades e ajuda para resolver problemas? 
    d) Para que Deus nos chamou?
 
2ª semana – Disposição em cumprir o chamado (Is 6.8). Jeremias e Samuel foram chamados com pouca idade. Isaías já era um homem experiente. Todos disseram sim. Se conversássemos quando decidiram ouvir e obedecer a Deus. Além disso, eles nos diriam que nunca foi fácil seguir os desígnios do Pai, mas que valera a pena cada segundo de obediência e fé. Dessa forma:
    a) Como você avalia as desculpas usadas por Moisés e outros personagens bíblicos antes de aceitarem o chamado?
    b) Quais foram ou quais são as nossas desculpas para adiarmos ou negarmos a nossa obediência ao chamado divino?
    c) Compartilhe experiências, as quais são resultado da disposição em cumprir o chamado.
    d) Não faça a obra de Deus somente por fazer, por religiosidade ou obrigação. Busque a vontade do Senhor em relação ao seu ministério. Assim como Ele falou com Jeremias, Samuel e Isaías, certamente irá falar com você.
 
3ª semana – Viver por uma causa maior (Fp 3.12-14). Compreender e aceitar o chamado divino é viver para cumprir os objetivos do Pai antes de pleitear as próprias causas. Neste cenário, amar incondicionalmente, exercitar a compreensão, ajudar o próximo, levar o nome de Jesus a todos os povos implica, na maioria das vezes, em renunciar vontades e razão. Então, para cumprir o chamado divino:
    a)Precisamos exercitar os dons espirituais e ter alvos pontuados no princípio de eternidade, ou seja, compreender que para ter a vida eterna, algumas vezes renunciaremos a própria vida.
    b) Devemos esquecer as coisas que ficaram para trás e olharmos para o que está diante de nós. Remoer mágoas e fracassos do passado não contribui em nada na tarefa de cumprirmos o chamado divino e eterno.
   c) Prosseguiremos para o alvo, há um prêmio para os que persistirem. Ao aceitar o chamado divino, muitas lutas se levantarão para nos desanimar, mas os vencedores ganharão a coroa da vida (Ap 2.10). 
  d) Converse com pessoas experientes na obra de Deus. Com certeza, elas vão compartilhar histórias de luta e persistência. Pesquise a história de sua igreja e do seu pastor. Use-as como exemplo de vida e compartilhe com outras pessoas.
 
4ª semana – Para cumprir o chamado é necessário aprofundar raízes (Jr 17.8). Em 2016, aprofunde-se. Adquira conhecimento, maturidade, relacionamento com Deus, intimidade com as Escrituras, comunhão com seu irmão. Você está plantado junto às correntes de águas. Diante disso, não precisa temer os ventos, secas e outras previsões negativas. Para ter raízes mais profundas, faça a diferença:
    a) Não seja como o ímpio que tem a Palavra de Deus nos lábios, mas longe do coração (Jr 12.2). Cumpra o chamado sem soberba ou por obrigação.
    b) Não faça do chamado divino uma profissão e sim uma vocação de amor. Mostre alegria em servir no Reino. Não julgue, não faça parte de conversas sem fundamento, não participe da roda dos escarnecedores (Sl 1).
    c) Seja espiritual nos aconselhamentos, ensino e evangelismo. Peça discernimento a Deus. Não resolva dilemas quando estiver sob pressão ou de acordo com a opinião pública. Aprofunde-se no relacionamento com Deus e faça dele o principal conselheiro.
    d) Para cumprir o chamado, conviva com pessoas que possam lhe ensinar alguma coisa. Esteja perto de homens e mulheres de Deus. Não se deixe influenciar pelos rebeldes e descontentes. Eles estão por toda a parte e, com certeza, irão lhe desviar do seu foco principal. Para finalizar, não esqueçamos: “Algumas atitudes não nos fazem perder a salvação, mas nos tiram a unção”.
 
 
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